Com ventos gelados, animais se escondem durante safári noturno
O vento de gelar a alma não combina com a imagem que temos da África. Por isso, nunca se engane. Fazer safári na África nesta época do ano é uma tremenda fria, até os bichos queriam estar em uma melhor.
Copa do Mundo é uma oportunidade para gente conhecer melhor um país. Não só o futebol que se joga, mas também a vida que se leva. Foi pensando nisso que o Bom Dia Brasil resolveu encarar um desafio na África do Sul: um safári noturno, em um frio de espantar leão.
Na dúvida, é melhor carregar a espingarda. Com a escuridão, vem o suspense, dose extra de adrenalina. Uma mão no volante e outra tenta iluminar nossa aventura. Afinal, que graça tem se não pintar nada para compensar o frio de 5ºC?
Entramos na parte central da reserva de animais. A chance de encontrar bichos aumenta porque a vegetação é mais concentrada. Surge um solitário antílope. No fundo, impalas. Com a a luz, os olhos dos animais refletem. Com o frio animal, os reis da selva estão mais interessados em hibernar.
Onde estão as zebras, as girafas e os elefantes? A turista australiana só consegue enxergar o aquecedor do quarto do hotel e disfarça o desconforto: “A vida selvagem daqui é bem diferente da vida da Austrália. Não tem cangurus, nem coalas”.
O vento de gelar a alma não combina com a imagem que temos da África. Por isso, nunca se engane. Fazer safári na África nesta época do ano é uma tremenda fria, até os bichos queriam estar em uma melhor.